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Glossário Básico - Nutrição Pet - 133 Termos. (Atualizado pela última vez em Dez/2015.)


A - B- C - D - E - F - G - H - I - J - K - L - M - N - O - P - Q - R - S - T - U - V - W - X - Y - Z

Os textos abaixo estão disponíveis para uso individual para estudos. Não estão disponíveis para impressão de qualquer tipo ou publicação em outros sites ou de qualquer outra forma sem citação explícita da fonte. Obrigado por respeitar os direitos autorais.

Para citar estes textos em Referências Bibliográficas, seguir como no exemplo abaixo:

GOMES, M.O.S. Ácido linoléico conjugado. [on line] Disponível em: http://www.nutricao.vet.br/glossario_basico.php. Acesso em (dia) (mês) (ano).




A

 
AAFCO
AAFCO é definido como Association of American Feed Control Officials, que é um órgão comercial que visa regular a qualidade e segurança de ingredientes e de alimentos destinados a alimentação animal nos Estados Unidos. Para maiores informações acesse http://www.aafco.org . (elaborado por GOMES, M.O.S., 2009.).

 
ABINPET
Associação Brasileira da Indústria de Produtos para Animais de Estimação, criada em 2012 a partir da antigamente denominada ANFAL-PET. Diferentemente da última, não trabalhará somente com alimento pet e sim com diversos produtos. (elaborado por PRADA, C.S., 2012)
 
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ADITIVO
Substância incorporada intencionalmente ao alimento com a finalidade de conferir alguma característica desejável como, cor, aroma, textura, estabilidade ou resistência à decomposição, desde que não prejudique seu valor nutricional. (elaborado por JEREMIAS, J.T., 2009.) Leia texto básico sobre aditivos.

 
 
ÁCIDOS GRAXOS
Estão presentes nas Gorduras. São cadeias de hidrocarbonetos que contêm de 2 a 24 carbonos, possuem um grupo de ácido carboxílico em um extremo e um grupo metil do lado oposto. Classificam-se como ácidos graxos saturados quando não possuem duplas ligações entre os átomos de carbono, monoinsaturados quando têm apenas uma dupla ligação e poliisaturados quando têm duas ou mais duplas ligações. (elaborado por JEREMIAS, J.T., 2009.)
 
ÁCIDO GRAXO - ÔMEGA 3
Ácidos graxos poliinsaturados com a primeira dupla ligação entre o carbono 3 e o 4, correspondem à família ômega-3. É um ácido graxo essencial porque os mamíferos não têm capacidade para sintetizá-lo. (elaborado por JEREMIAS, J.T., 2009.)
 
ÁCIDO GRAXO - ÔMEGA 6
Ácidos graxos poliinsaturados com a primeira dupla ligação entre o carbono 6 e o 7, correspondem à família ômega-6. São ácidos graxos essenciais, pois os mamíferos não têm capacidade para sintetizá-los. (elaborado por JEREMIAS, J.T. 2009.)
 
ÁCIDO LINOLÉICO CONJUGADO
O ácido linoleico conjugado (ALC ou CLA) é um termo que descreve os isômeros de posição e geométricos do ácido linoleico (18:2, cis-9, cis-12), um ácido graxo pertencente ao grupo ômega-6 e o primeiro ácido graxo considerado essencial na dieta dos cães. As fontes mais comuns de ALC são: leite de ruminantes, produtos lácteos, carne bovina, de carneiro e de suíno. Acredita-se que o ALC pode prevenir ou reduzir a obesidade, melhorar a resistência insulínica, inibir a deposição de gordura, inibir o desenvolvimento de neoplasias e modular respostas inflamatórias . (elaborado por GOMES, M.O.S., 2009.).
 
 
ALERGIA ALIMENTAR(HIPERSENSIBILIDADE ALIMENTAR)
A alergia ou hipersensibilidade alimentar se produz quando o animal desenvolve uma reação imunológica específica a um ou vários componentes do alimento, seja este caseiro ou industrializado. Diferencia-se de Intolerância Alimentar. (elaborado por GOMES, M.O.S., 2009.)
 
ALIMENTAÇÃO
Processo biológico e cultural que se traduz na escolha, preparação e consumo de um ou vários alimentos. (elaborado por PRADA, C., 2013 a partir de material do Ministério da Saúde do Brasil).
 
ALIMENTAÇÃO AD LIBITUM
Alimentação à vontade ou que é realizada com liberdade, permite que o animal tenha acesso ilimitado ao alimento ou à água. (elaborado por JEREMIAS, J.T., 2009.)
 
ALIMENTAÇÃO ENTERAL
É a utilização do trato alimentar superior (boca, esôfago, estomago, intestino delgado) como via para a alimentação assistida de pacientes. (elaborado por GOMES, M.O.S.. 2009.).
 
ALIMENTAÇÃO PARENTERAL
Suporte nutricional administrado por uma via diferente do conduto alimentar normal (trato digestório). As vias utilizadas podem ser a endovenosa, intra-óssea e a intra-peritoneal. Consiste na administração de todas as necessidades nutricionais (nutrição parenteral total) ou parte delas (nutrição parenteral parcial), incluindo calorias, aminoácidos, lípides, vitaminas e minerais. (elaborado por JEREMIAS, J.T., Ago, 2010.).
 
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ALIMENTO
Toda substância que, consumida pelo animal, é capaz de contribuir para a manutenção de sua vida e sobrevivência da espécie à qual pertence. (elaborado por JEREMIAS, J.T., 2009.)
 
ALIMENTO BALANCEADO
É considerado um alimento balanceado aquele que é capaz de prover ao animal as quantidades e proporções apropriadas de todos os nutrientes necessários para um período de 24horas. (elaborado por GOMES, M.O.S., 2009.).
 
 
ALIMENTOS CONSTRUTORES
Responsáveis pela manutenção e crescimento do organismo, assim como renovação de tecidos e células. São as proteínas. (selecionado por PRADA, C.S., a patir do site do HC da FM-USP Jun/2014).
 
 
ALIMENTOS ENERGÉTICOS
Responsáveis pela energia do organismo. São os carboidratos e os lipídios. (selecionado por PRADA, C.S., a patir do site do HC da FM-USP Jun/2014).
 
 
ALIMENTOS FUNCIONAIS
Define-se por alimento funcional aquele alimento ou ingrediente que, além das funções nutritivas básicas, quando consumido como parte da dieta usual produza efeitos metabólicos, fisiológicos e/ou efeitos benéficos à saúde, devendo ser seguro para consumo sem supervisão profissional. Os termos alimento funcional e nutracêutico muitas vezes são tratados erroneamente como sinônimos. (VASCONCELLOS, R.S. Jun/2011).
 
ALIMENTO IN NATURA
Alimento ofertado e consumido em seu estado natural, sem sofrer alterações industriais que modifiquem suas propriedades físico-químicas (textura, composição, propriedades organolépticas). Nota: as frutas e o leite fresco são exemplos de alimentos in natura. (elaborado por PRADA, C., 2013 a partir de material do Ministério da Saúde do Brasil).
 
 
ALIMENTOS REGULADORES
Responsáveis pela regulação das atividades no organismo, garantindo seu bom funcionamento. São a água, fibras, sais minerais e vitaminas. (selecionado por PRADA, C.S., a patir do site do HC da FM-USP Jun/2014).
 
ALIMENTO SECO
O conteúdo de umidade deste tipo de alimento varia de 6 a 10% e 90% ou mais de matéria seca. Esse tipo de alimento inclui produtos extrusados. Os principais ingredientes habitualmente empregados em sua fabricação incluem cereais em grão, produtos derivados de carne, aves ou peixes, suplementos vitamínicos e minerais. (elaborado por JEREMIAS, J.T., 2009.).
 
ALIMENTO TERAPÊUTICO VETERINÁRIO
É o alimento para animais de estimação que possui características nutricionais e balanços específicos utilizados como tratamento ou como coadjuvante do tratamento clínico em determinadas afecções que respondem ao manejo nutricional. Deve sempre ser prescrito por médico veterinário. (elaborado por GOMES, M.O.S., 2009.).
 
ALIMENTO ÚMIDO
O conteúdo de umidade deste tipo de alimento varia de 60 a até mais de 87%. A porção de matéria seca desse alimento (40 a 13%) é que contém todos os nutrientes não aquosos: proteínas, gorduras, carboidratos, vitaminas e minerais. A forma, consistência e textura deste alimento são obtidas pela adição de gomas e outros agentes gelificantes, que têm função de agregar a água ao alimento. Apresentam alta palatabilidade e têm como ingredientes principais carne e subprodutos de carne. (elaborado por JEREMIAS, J.T., 2009.).
 

AMERICAN ANIMAL HOSPITAL ASSOCIATION (AAHA)

Fundada por sete líderes da indústria veterinária, AAHA tem estado comprometida com a excelência, promovendo elevados padrões de qualidade, melhorando os cuidados e práticas relacionadas a pequenos animais, desde 1933. (elaborado por PRADA, Cristiana S., 2013). 

 

AMERICAN COLLEGE OF VETERINARY NUTRITION (ACVN) 

O objetivo primário do Colégio Americano de Nutrição Veterinária é fazer avançar a área de especialidade de nutrição veterinária e aumentar a competência de quem prática este domínio estabelecendo requisitos para a certificação em nutrição veterinária, incentivando a educação profissional continuada, promovendo a pesquisa e melhorando a disseminação de novos conhecimentos sobre nutrição veterinária através do ensino didático e programas de pós-graduação. Nutricionistas veterinários nos Estados Unidos são Diplomados pelo American College of Nutrition Veterinária (ACVN). Eles são veterinários que são especialistas certificadso em nutrição veterinária. O seu treinamento envolve clínica intensiva, ensino e atividades de pesquisa, abrangendo, pelo menos, dois anos. Os estudantes também são obrigados a passar por um exame escrito, a fim de obter a diplomação do Conselho. (elaborado por PRADA, Cristiana S., 2013).

 

AMERICAN SOCIETY FOR NUTRITION (ASN)

Em 2005, a Sociedade Americana de Ciências da Nutrição (anteriormente o Instituto Americano de Nutrição, estabelecida 1928), a Sociedade Americana de Nutrição Clínica (estabelecida 1961) e da Sociedade Internacional de Nutrição (estabelecida 1996) se fundiram para formar ASN. Ela existe para para desenvolver e alargar os conhecimentos sobre nutrição de todas as espécies através de pesquisa básica, multidisciplinar e clínica. (elaborado por PRADA, Cristiana S., 2015). 

 

AMERICAN SOCIETY OF VETERINARY MEDICAL ASSOCIATION EXECUTIVES (ASVMAE)

A American Society of Veterinary Medical Association Executives (ASVMAE) é uma rede de associações profissionais que são dedicados a apoiar e melhorar os esforçosda medicina veterinária organizada. A associação existe para promover a comunicação, cooperação e aprendizados entre os executivos das associações de medicina veterinária da américa do Norte. (elaborado por PRADA, Cristiana S., 2013). 

 

AMERICAN VETERINARY MEDICAL ASSOCIATION (AVMA) 

Fundada em 1863, é uma associação sem fins lucrativos que representa mais de 84.000 médicos veterinários que trabalham em consultório particular e corporativo, governo, indústria, academia e forças armadas. Estruturada para trabalhar para os seus membros, a AVMA age como uma voz coletiva para seus membros e para a profissão. (elaborado por PRADA, Cristiana S., 2013). 
 
 
AMIDO
De forma geral, são polissacarídeos cujos açúcares estão unidos por ligações alfa, acessíveis à digestão enzimática dos monogástricos. Possui uma estrutura complexa composta por duas porções principais: a amilose e a amilopectina.  Os amidos são as formas de armazenamento ou de fonte de energia para plantas e animais. (elaborado por GOMES, M.O.S., 2009.).
 
 
AMILASE
Desculpe, está em elaboração.
 
 
AMILOSE
Desculpe, está em elaboração.
 
 
AMILOGLICOSIDASE
Desculpe, está em elaboração.
 
 
AMILOPECTINA
Desculpe, está em elaboração.
 
 
AMINOÁCIDO
Um aminoácido é uma molécula orgânica que contém um grupo amina e um grupo carboxila, e uma cadeia lateral que é específica para cada aminoácido. Alguns aminoácidos também podem conter enxofre. Os elementos-chave de um aminoácido são carbono, hidrogênio, oxigênio e nitrogênio. Eles são particularmente importantes em bioquímica, onde o termo geralmente refere-se a alfa-aminoácidos, os aminoácidos que formam as proteínas e que tem, geralmente, como estrutura, um carbono central (carbono alfa, quase sempre quiral) ao qual se ligam quatro grupos: o grupo amina (NH2), grupo carboxílico (COOH), hidrogênio e um substituinte característico de cada aminoácido. Os aminoácidos se unem através de ligações peptídicas, formando os peptídeos e as proteínas. Para que as células possam produzir suas proteínas, elas precisam de aminoácidos, que podem ser obtidos a partir da alimentação ou serem fabricados pelo próprio organismo. Os aminoácidos podem ser classificados nutricionalmente, quanto ao radical e quanto ao seu destino. (consulta à wikipedia, aprovado por LOUREIRO, B. A. em 2013).
 
AMINOÁCIDO ESSENCIAL
Aminoácido necessário para a síntese de proteínas, que deve estar presente no alimento, pois os animais não são capazes de sintetizá-lo a partir de esqueletos de carbono e nitrogênio. Os aminoácidos essenciais para cães são 10 e para gatos, 11. São eles: arginina, histidina, isoleucina, leucina, lisina, metionina, fenilalanina, treonina, triptofano, valina e taurina (gatos). (elaborado por JEREMIAS, J.T., 2009.).
 
ANFAL-PET
É a Associação Nacional dos Fabricantes de Alimentos para Animais de Estimação¸ é uma entidade de classe, criada em 1980 com a finalidade de representar os interesses da indústria de produtos para animais de companhia, em nível nacional, perante todos os setores da economia e áreas governamentais que com ela se relacionem. Para maiores informações acesse: http://anfalpet.org.br (elaborado por GOMES, M.O.S., 2009.) Nota da Editora PRADA, C.S.: em 2012 a instituição converteu-se na ABINPET que abrange toda a área pet, não somente nutrição.
 
 
ANOREXIA
É a condição de um individuo de perda de desejo pelo alimento antes de ter satisfeito as suas necessidades, calóricas. A anorexia pode ser completa, quando o animal deixa de consumir alimento durante um período superior ao considerado normal, ou parcial (hiporexia), quando o animal consome certa quantidade de alimento, mas menos que a normal. (elaborado por JEREMIAS, J.T., 2009.)
 
 
ANTICORPO
Desculpe, está em construção.
 
 
ANTIOXIDANTE
São substâncias nutrientes ou não nutrientes que previnem a formação de radicais livres ou os suprime. Podem ter ação in vivo ao serem ingeridos ou podem atuar na preservação de alimentos quando adicionados a estes como aditivos. (elaborado por GOMES, M.O.S., 2009).
 
 
APETITE
Vontade de comer. O apetite designa uma vontade que pode ser completamente independente da fome. A reação sensorial ou psicológica, influenciada por fatores externos e internos, inclusive psicológicos como a ansiedade, que estimulam uma resposta fisiológica involuntária (por exemplo salivação e contracções do estômago). Pode-se ter apetite mesmo com o estômago, repleto. (selecionado por PRADA, C.S., a patir do site do HC da FM-USP e outras fontes. Jun/2014).
 
 
ASCITE
Acúmulo de líquidos na cavidade abdominal. (selecionado por PRADA, C.S., a patir do site do HC da FM-USP Jun/2014).
 
 

ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NUTROLOGIA - ABRAN

Entidade sem fins lucrativos, criada em 1973 no Rio de Janeiro pelos médicos Prof. Dr. José Evangelista (in memorian) e sua esposa, Dra. Clara Sambaquy Evangelista. Somente em 1978, a Nutrologia foi reconhecida como Especialidade Médica pelo Conselho Federal de Medicina (CFM), pela Associação Médica Brasileira (AMB) e pelo Conselho Nacional de Residência Médica (CNRM). Em 2003, a ABRAN realizou o 1º. Curso Nacional de Atualização em Nutrologia, realizado na Universidade de São Paulo (USP), em Ribeirão Preto. Criou o Boletim Brasileiro de Nutrologia (BBN), um informativo bimestral e a Revista de Nutrologia (International Journal of Nutrology), de distribuição gratuita para os afiliados. Tem os projetos futuros: Educação Continuada em Nutrologia, assim como o de efetivar a Nutrologia como disciplina nas Faculdades de Medicina em todo o país.  (coletado por PRADA, C.S., Ago. 2014).
 
 
ATIVIDADE MUSCULAR VOLUNTÁRIA
Gasto energético da atividade física. Representa 30% do gasto diário. Está relacionada com o peso e tamanho do animal, grau, duração e intensidade do exercício físico. É um dos componentes do Gasto Energético.  (elaborado por PEIXOTO, Mayara C., Out. 2013).
 

 

 
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B

 
BOAS PRATICAS DE FABRICAÇÃO DE ALIMENTOS
Procedimentos necessários para garantir a qualidade dos alimentos. Nota: Segundo o MAPA os estabelecimentos devem cumprir o que determina a Instrução Normativa nº 04/2007, no que se refere às Boas Práticas de Fabricação (BPF) e condições higiênSico-sanitárias das fábricas. (elaborado por PRADA, C., 2013 a partir de material do Ministério da Saúde e MAPA do Brasil.).

 
 
BIOTINA
A biotina, também conhecida como vitamina H, vitamina B7 ou vitamina B8, é uma molécula da classe das vitaminas que funciona como uma coenzima. É uma vitamina hidrossolúvel. A biotina tem a fórmula química C10 H16 O3 N2 S. (elaborado por LOUREIRO,B. A., 2013 a partir do wikipedia). Leia texto sobre biotina.
 
   
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C  
CÁLCIO
É um elemento mineral. É necessário para formação da massa óssea e dos dentes, na contração muscular e na transmissão dos impulsos nervosos. O cálcio é também muito importante para a coagulação sanguínea. A necessidade nutricional de cálcio, tanto para cães como para gatos, foi estabelecida como sendo 1,0% da ração para crescimento e reprodução e 0,6% da ração para a manutenção de adultos. (elaborado por JEREMIAS, J.T., 2009.).
 
CALORIA
É a unidade de medida de energia, utilizada para expressar o conteúdo energético dos alimentos.  Equivale à quantidade de calor (energia) necessária para elevar a temperatura de um grama de água de 14,5 até 15,5ºC, sob a pressão atmosférica normal. Uma caloria equivale a 4,18 joules. (elaborado por GOMES, M.O.S., 2009.).
 

CANADIAN VETERINARY MEDICAL ASSOCIATION (CVMA) 
A Canadian Veterinary Medical Association (CVMA) é a voz nacional canadense para a profissão veterinária dedicada a servir e representar os veterinários do Canadá. A Associação está empenhada na excelência dentro da profissão e para o bem-estar dos animais. Ela promove a conscientização do público sobre a contribuição de animais e veterinários para a sociedade. (elaborado por PRADA, C.S., 2012)  

 
CANHÃO EXTRUSOR (OU TUBO)
Parte do equipalento chamado extrusora. Em seguida ao condicionamento, a massa de ingredientes homogenizada com vapor de água e água é conduzida para o canhão da extrusora, um tubo com sistema de rosca sem fim girando a velocidade variável em seu interior. Nele a massa recebe energia mecânica, adicionada pela rotação do parafuso da extrusora, que promove cisalhamento da massa contra seu revestimento e comprime a massa contra a matriz, na extremidade do cilindro, criando pressão, fricção e temperatura, num processo chamado de extrusão (elaborado por CARCIOFI, A.C., Jul/2014).
 
CARBOIDRATO
Os carboidratos são compostos por carbono, hidrogênio e oxigênio segundo fórmula geral: CH2O. Compreendem os açúcares simples como monossacarídeos (glicose) e dissacarídeos (sucrose); oligossacarídeos (3 a 9 unidades de açúcar, p. ex. rafinose, estaquinose) e polissacarídeos, que são carboidratos complexos (mais de 9 unidades de açúcar, p. ex. amidos, hemicelulose, celulose, pectinas, gomas etc) (elaborado por JEREMIAS, J.T., 2009.).
 
CARBOXILASE
Enzima que transforma o ácido pirúvico em aldeído acético pela dissociação do grupamento carboxila (CO2H) no metabolismo dos glicídios.
 
CECO
Parte do intestino grosso (desculpe, está em elaboração).
 
CELULOSE
Desculpe, está em elaboração.
 
CINZAS
(Procure por Matéria Mineral)
 

CITOCINAS

São proteínas que apresentam baixo peso molecular e que apresentam diversas funções metabólicas e endócrinas, além de participar do processo de inflamação e resposta do sistema imune. (elaborado por PEIXOTO, Mayara C., Out. 2013)
 

CISTEÍNA

Desculpe, está em elaboração.
 
COENZIMA
É uma substância orgânica não protéica necessária ao funcionamento de certas enzimas. A parte protéica de uma enzima chama-se apoenzima e o conjunto completo de apoenzima e coenzima chama-se holoenzima ou simplesmente enzima. Uma coenzima pode se destacar de sua respectiva apoenzima para designar função específica (o exemplo mais comum é o NAD e o FAD, ambas coenzimas de holoenzimas desidrogenases que estabelecem importante papel no Ciclo de Krebs), porém, em caso de separação, a enzima propriamente dita fica inativa até que a coenzima e apoenzima constituam o conjunto novamente. Muitas vitaminas são coenzimas de processos vitais, daí sua importância. (consulta à wikipedia, aprovado por LOUREIRO, Bruna. A. em 2013).
 
COLECALCIFEROL (VITAMINA D3)
Também chamado de vitamina D3 é um esterol cuja fórmula é C27H43OH que é uma forma natural da vitamina D encontrada principalmente em peixes, gema de ovo, e nos óleos de fígado de peixe. É lipossolúvel e é formada na pele por exposição à luz solar ou raios ultravioleta. (elaborado por PRADA, C. S.,em out./2013 a partir do Merriam-Webster). Veja também ergocalciferol.
 

COLITE
Inflamação do intestino grosso, habitualmente com sintomas tais como diarreia (frequentemente com sangue e muco), dores abdominais e febre. (elaborado por PRADA, C.S.,Out 2013, a partir dedefinição do site da U.S. National Library of Medicine).
Pode ser causada por doenças infecciosas, toxinas, fatores inflamatórios e dietéticos. Os sinais clínicos mais comuns são tenesmo, disquesia e presença de sangue ou muco nas fezes. (elaborado por PEIXOTO, Mayara C., Out 2013).

 
CÓLON
Parte do intestino grosso (desculpe, está em elaboração).
 
COMPORTAMENTO ALIMENTAR
Respostas comportamentais ou sequenciais associadas ao ato de alimentar-se, maneira ou modos de se alimentar, padrões rítmicos da alimentação (intervalos de tempo – hora de comer, duração da alimentação). (Vilarta, R. & Gutierrez, G.L. (2012), consult. em jun/2013).
 

CONDICIONADOR

Parte do equipamento chamado extrusora. No condicionador adiciona-se energia térmica à mistura de ingredientes moídos, pela injeção de vapor direto e água. O conjunto é homogeneizado a uma massa uniforme, mediante a ação de sistema de barras cilíndricas com pás dispostas radialmente girando à velocidade variável dentro do condicionador. (elaborado por CARCIOFI, A.C., Jul/2014).

 
CONSTIPAÇÃO Defecação infrequente, com fezes excessivamente ressecadas ou endurecidas. (elaborado por PEIXOTO, Mayara C., Out 2013).  
COPROFAGIA
Ato de ingerir as próprias fezes ou de outros animais. Esta conduta é muito comum nos cães e é mais incômoda para o proprietário do que prejudicial para o cão. As cadelas e gatas devem comer as fezes de suas crias durante as primeiras três semanas da lactação. As gatas, geralmente não mantêm esse comportamento depois do desmame dos filhotes. Para criar aversão pelas fezes podem-se empregar substâncias repulsivas, como pimenta, quinina, perfumes intensos e produtos específicos. Essa medida pode levar tempo e sua eficácia é questionável . (elaborado por JEREMIAS, J.T., 2009.).
 

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D  
DEFICIÊNCIA NUTRICIONAL
Estado orgânico que resulta de um processo em que as necessidades fisiológicas de nutrientes não estão sendo atendidas. Nota: a deficiência nutricional pode ser decorrente tanto de problemas alimentares quanto de problemas orgânicos, de digestão e absorção, por ex. (elaborado por PRADA, C. S. em 2013 a partir de material do Ministério da Saúde do Brasil).
 
DENSIDADE CALÓRICA
Quantidade de energia por unidade de peso de um alimento, é expressa em kcal (quilocaloria) ou kj (quilojoule) de Energia metabolizável por grama de alimento ou por grama de matéria seca do alimento. (elaborado por GOMES, M.O.S., 2009.).
 
DIABETES MELLITUS
É um transtorno endócrino crônico que se caracteriza pela deficiência relativa ou absoluta do hormônio insulina, produzido pelas células beta do pâncreas. A deficiência de insulina provoca uma alteração no transporte celular e no metabolismo da glicose, lipídeos e aminoácidos em tecidos insulino – dependentes. Os principais sintomas clínicos são: poliúria, polidipsia, perda de peso e polifagia,. (elaborado por PEIXOTO, Mayara C., Out 2013).
 
DIARRÉIA
Aumento no número e na quantidade de fezes eliminadas diariamente, com consistência diminuída, que varia entre pastosas e liquefeitas. (elaborado por PRADA, C. S., a partir do site da FM-USP, jun/2014).
 
DISLIPIDEMIA
Concentração anormal de lipídeos (triglicérides, colesterol ou ambos) no sangue. (elaborado por PEIXOTO, Mayara C., Out 2013).
 
DIGESTÃO
Processo fisiológico pelo qual os alimentos ingeridos são reduzidos a substâncias assimiláveis pelo organismo e transferidos para a corrente sangüínea. (elaborado por PRADA, C. em 2013 a partir de material do Ministério da Saúde do Brasil).
 
DIGESTIBILIDADE
É a porcentagem de conteúdo bruto de nutrientes do alimento liberado depois dos processos digestivos mecânicos e químicos. A digestibilidade depende tanto das características dos nutrientes como da eficiência digestiva do organismo. (elaborado por GOMES, M.O.S., 2009.).
 
DISQUESIA
Dificuldade para defecar. (elaborado por PRADA, Cristiana S., Out/2013 a partir de definiçao no Merriam-Webster.)
 
DUODENO
Parte do ,intestino delgado (desculpe, em construçao).
 
   

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E  
EMESE
Ato de vomitar . (selecionado por PRADA, C.S., a patir do site do HC da FM-USP Jun/2014).
 
ENERGIA
Capacidade para realizar trabalho. Todas as atividades corporais necessitam energia que são satisfeitas mediante o consumo de alimento que contém energia na forma química. Os requerimentos de energia são determinados medindo-se o gasto energético de um animal através de um conjunto definido de condições fisiológicas e ambientais. As necessidades energéticas variam de acordo com a etapa da vida (crescimento, adulto, reprodução). (elaborado por JEREMIAS, J.T., Mar, 2010).
 
ENZIMA
Enzimas são um grupo de substâncias orgânicas de natureza normalmente protéica (existem também enzimas constituídas de RNA , as ribozimas), com atividade intra ou extracelular que têm funções catalisadoras, catalisando reações químicas que, sem a sua presença, dificilmente aconteceriam. Isso é conseguido através do abaixamento da energia de ativação necessária para que se dê uma reação química, resultando no aumento da velocidade da reação e possibilitando o metabolismo dos seres vivos. Em sistemas vivos, a maioria das reações bioquímicas dá-se em vias metabólicas, que são sequências de reações em que o produto de uma reação é utilizado como reagente na reação seguinte. Diferentes enzimas catalisam diferentes passos de vias metabólicas, agindo de forma concertada de modo a não interromper o fluxo nessas vias. Cada enzima pode sofrer regulação da sua atividade, aumentando-a, diminuindo-a ou mesmo interrompendo-a, de modo a modular o fluxo da via metabólica em que se insere. (consulta à wikipedia, aprovado por LUREIRO, B. A. em 2013).
 
ERGOCALCIFEROL (VITAMINA D2)
Também chamado de vitamina D2, é uma vitamina lipossolúvel cuja fórmula é C28H43OH. As plantas sintetizam o ergosterol que é convertido em ergocalciferol pela irradiação de raios ultra violeta. (elaborado por PRADA, C. S.,em out./2013 a partir do Merriam-Webster). Veja também colecaliferol.
 
ESÔFAGO
Desculpe o incômodo, em construção.
 
ESTÔMAGO
Desculpe o incômodo, em construção.
 
ESTEROL
Desculpe, está em elaboração.
 
ESTRESSE OXIDATIVO
É o acúmulo de espécies reativas do oxigênio, que causam danos à estrutura das moléculas de DNA, lipídeos, carboidratos e proteínas, alésm de outros componentes celulares. É decorrente de um desequilíbrio entre a geração de compostos oxidantes e a atuação dos sistemas de defesa antioxidante. (elaborado por PEIXOTO, Mayara C., Out/2013).
 
EUTROFIA
Estado nutricional adequado. (selecionado por PRADA, C.S., a patir do site do HC da FM-USP, Jun/2014).
 
EVACUAR
Ato de eliminar as fezes . (selecionado por PRADA, C.S., a patir do site do HC da FM-USP Jun/2014).
 
EXTRATIVO NÃO NITROGENADO
O extrativo não nitrogenado representa uma estimativa aproximada da fração de carboidratos solúveis do alimento, sendo determinado através de subtração pela fórmula: ENN = 100 - (% umidade + % proteína bruta + % fibra bruta + % extrato etéreo + % cinzas), caso os percentuais dos nutrientes estejam com base na matéria seca, elimina-se a umidade da fórmula. (elaborado por GOMES, M.O.S., Mar, 2009).
 
EXTRATO ETÉREO
Método para expressar o conteúdo de gordura da dieta. A determinação de lipídios em alimentos é feita, na maioria dos casos, pela extração com solventes, por exemplo, éter. O resíduo obtido não é constituído unicamente por lipídios, mas por todos os compostos que, nas condições da determinação, possam ser extraídos pelo solvente. Nos produtos em que as concentrações destes compostos se tornam maiores, a determinação terá a denominação mais adequada de extrato etéreo. (elaborado por JEREMIAS, J.T., Mar, 2010).
 
   


E  
EXTRUSÃO
Processo no qual uma mistura de ingredientes é cozida, sanitizada, texturizada e formatada na presença de umidade, pressão, temperatura e fricção mecânica, em curto espaço de tempo. O processo inclui as etapas de condicionamento, extrusão propriamente dita, corte e secagem. (elaborado por CARCIOFI, A.C., Jul/2014).
 
EXTRUSADO
Material pastoso que foi cozido em uma extrusora sob pressão e calor antes de ganhar forma e ser cortado. Os cortes dos¨fios¨de extrusado em pedaços pequenos, a medida que saem do extrusor ganham a forma da ração (ossinho, pata, triangulos, etc). (elaborado por JEREMIAS, J.T., Mar/2010).
 
EXTRUSORA
Equipamento para processamento termo-mecânico de diversos tipos de materiais, empregado na fabricação de alimentos para animais quando se deseja promover alterações na estrutura dos amidos e proteinas ou gerar texturas e formatos específicos. A extrusora é integrada por três partes básicas: o condicionador, o tubo ou canhão extrusor e o sistema de corte e formatação. A energia e a compressão em um fluxo laminar modificam profundamente os amidos e proteínas, induzindo gelatinização, desnaturação, alinhamento e plasticização das estruturas moleculares (elaborado por CARCIOFI, A.C., Jul/2014).
 
   
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F  
FEZES
Desculpe o incômodo,em construção.
 
FDA
Nos Estados Unidos é o departamento responsável pelo gerenciamento de drogas e de alimentos para uso por humanos e pets. (Food and Drug Administration, U.S. Department of Health and Human Services ). (elaborado por PRADA, C.S., Jun, 2013 baseado neste site).
 
FIBRA
Corresponde à porção do alimento ingerido que não sofre ação das enzimas intestinais dos mamíferos e que, portanto, passam pelo intestino delgado sem serem digeridas. Compreende a celulose, hemicelulose, gomas, pectinas e outros carboidratos não digeríveis. As metodologias utilizadas para determinar os valores de fibra dos alimentos são: Fibra bruta (FB), Fibra em Detergente Neutro (FDN), Fibra em Detergente Ácido (FDA) e Fibra Dietética Total (FDT). (elaborado por GOMES, M.O.S., Mar, 2009).
 
FIBRA BRUTA (FB)
A determinação do teor de fibra bruta (FB) do alimento é feita pelo método de Weende que se baseia na dissolução da amostra, sucessivamente em solução ácida, básica e com acetona. O resíduo não dissolvido constitui a fibra bruta. (elaborado por GOMES, M.O.S., Mar, 2009).
 
FIBRA DIETÉTICA TOTAL (FDT)
Trata-se do meio mais moderno e preciso para a determinação da fibra alimentar. Metodologicamente envolve o tratamento das amostras com amilase, protease e amiloglicosidase de forma sucessiva, de forma que a porção retida no filtro corresponde à fibra alimentar insolúvel. Posteriormente, após adição de etanol a 95%, e recuperando-se o precipitado, obtêm-se a fibra alimentar solúvel. (elaborado por GOMES, M.O.S., Mar, 2009).
 
FOME
Necessidade física de alimento. É uma reação física que inclui mudanças bioquímicas no organismo relacionadas a um baixo nível de glicose no sangue várias horas depois de ter se alimentado. Um mecanismo protetor que garante que o corpo receba o combustível de que necessita para funcionar razoavelmente bem. Não é sinônimo de apetite. (selecionado por PRADA, C.S., a patir do site do HC da FM-USP e outras fontes. Jun/2014).
 
FÓSFORO
Desculpe,estamos em construção .
 
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G  
GASTO ENERGÉTICO
Corresponde à energia gasta por um indivíduo no período de 24 horas. Possui quatro componentes: Taxa metabólica basal, Atividade muscular voluntária, Incremento calórico e Termogênese adaptativa.(elaborado por PEIXOTO, Mayara C., Out/2013).
 
GLICOSE
É um açúcar de 6 carbonos, que desempenha um papel importante na geração de energia para os organismos vivos. (elaborado por PRADA, C.S., em out/2013, a partir do Linus Paulin Institute da Oregn State University).
 
GLICONEOGÊNESE
É a produção da glicose a partir de precursores não-hidratos de carbono, tais como aminoácidos (os blocos de construção das proteínas). (elaborado por PRADA, C.S., em out/2013, a partir do Linus Paulin Institute da Oregn State University).
 
GOMA
Desculpe, está em elaboraçao.
 
GORDURA
(Procure por Lipídeos).
 
   

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H  
HEMATEMESE
Presença de sangue eliminado através dos vômitos. (elaborado por PRADA,C.S., jun/2014).
 
HEMICELULOSE
Desculpe, está em elaboração.
 
HIPERSENSIBILIDADE ALIMENTAR
(Procure por Alergia Alimentar).
 
HIPOCALCEMIA
Baixa concentração de cácio (Ca) no sangue. (elaborado por PRADA, C. S., jun/2014).
 
HIPOCALEMIA
Baixa concentração de potássio (K) no sangue. (elaborado por PRADA, C. S., jun/2014).
 
HIPOCOLESTEROLEMIA
Presença de níveis anormalmente baixos de colesterol no sangue. (elaborado por PRADA, C. S. em jun/2014, a partir de Ian Curi Bonotto de Oliveira Costa, I.C.B.O. Hipocolesterolemia: relato de caso em investigação diagnóstica. Rev SOCERJ. 2009;22(4):249-252).
 
HIPOREXIA
Diminuição do apetite que pode ser causada pela presença da uma enfermidade ou alteração de comportamento. Manifesta-se quando o animal consome certa quantidade de alimento, mas menos que a normal. (elaborado por JEREMIAS, J.T., Mar, 2010).
 
HISTAMINA
Amina (beta imidazol etilamina) encontrada em tecidos vegetais e animais que ocasiona dilataçao nos capilares e aumento da secreção gástrica tendo papel fundamental em processos alérgicos. (elaborado por PRADA, C. S. jun/2014).
 
HORMÔNIO
Desculpe, está em construção.
 
   
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I  
ICTERÍCIA
Coloração amarelada das escleróticas e/ou pele, decorrente da impregnação de pigmentos biliares. Decorre de doenças do fígado ou de obstruções das vias biliares. (selecionado por PRADA, C. S., a partir do site da FM-USP, Jun/2014).
 
ÍLEO
Parte do intestino delgado (desculpe, está em construção)..
 
INCREMENTO CALÓRICO
Representa 10% das calorias ingeridas. É conhecido como “termogênese induzida pelo alimento”. É o gasto energético para digerir, absorver e armazenar os alimentos . É influenciado pela composição calórica e nutricional da dieta e é um dos componentes do Gasto Energético. (elaborado por PEIXOTO, Mayara C., Out/2013).
 
INGREDIENTE
Produto de origem animal ou vegetal, cru ou processado, ou outra fonte de nutriente, utilizado para a preparação do alimento. (elaborado por JEREMIAS, J.T., Mar, 2010).
 
INTESTINO
Desculpe, em construção.
 
INTESTINO DELGADO
A parte inicial do intestino, a que está entre o estômago e o intestino grosso, composto pelo duodeno, jejuno e íleo (elaborado por PRADA, C.S., Jul/2014 em consulta ao Oxford Dictionaries).
 
INTESTINO GROSSO
A parte final do intestino, a que está entre o intestino delgado e o ânus. Composto pelo ceco, colon e reto (elaborado por PRADA, C.S., Jul/2014 em consulta ao Oxford Dictionaries).
 
(INTESTINO) DOENÇA INFLAMATÓRIA INTESTINAL
Inflamação intestinal crônica não infecciosa, decorrente de anormalidades imunológicas celulares e que possui como principais sinais clínicos diarreia, dor abdominal e náuseas. (elaborado por PEIXOTO, Mayara C., Out/2013).
 
INTOLERÂNCIA AO ALIMENTO
Uma reação adversa a um alimento é uma resposta anormal a um alimento ou a um aditivo ingerido. Intolerância ao alimento refere-se a uma extensa categoria de reações adversas ao alimento causadas por mecanismos não imunológicos. É diferente de Alergia Alimentar. (elaborado por JEREMIAS, J.T., Mar, 2010).
 
   
   
J  
JEJUNO
Parte do intestino delgado (desculpe, está em construção).
 
   

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L  

LINFANGIECTASIA
Linfangectasia em canídeos é uma doença que se caracteriza por dilatação dos vasos linfáticos dentro das vilosidades intestinais. Embora comumente agrupada com outras doenças de má absorção de proteína ou de perdas enteropáticas, a linfangiectasia tem suas próprias propriedades e causas. Há muito poucos casos descritos em gatos. A maioria dos estudos de caso de linfangiectasia foram descritos em cães que sofrem de perda de peso (com ou sem a anorexia), vômitos intermitentes, diarreia crónica de origem no intestino delgado, linfopenia, hipocolesterolemia e perda de proteína. Os efeitos secundários da perda de proteína, tais como ascite, derrame pleural, edema periférico e hipocalcemia são os sinais mais graves e geralmente são os primeiros notado pelos proprietários e clínicos. A nutrição clínica veterinária pode contribuir de forma marcante para o equilíbrio dos animais acometidos. (elaborado por PRADA, C. S., Jun/2014 em consulta à Purdue Univ.).

 
LIPÍDEOS (GORDURAS, TRIGLICERÍDEOS)
Os lipídeos, gorduras ou triglicerídeos constituem uma classe de compostos muito heterogênea, mas que têm em comum a propriedade de serem solúveis em solventes orgânicos e insolúveis em água. Lípideos são macronutrientes que desempenham funções energéticas, estruturais e hormonais no organismo. (elaborado por GOMES, M.O.S., Mar, 2009).
 

LIPIDOSE HEPÁTICA
É a doença hepática mais comum dos gatos. Corresponde ao acúmulo anormal de gorduras no fígado, o que interfere na capacidade funcional hepática. A ingestão de baixos níveis de proteína pode promover o transporte insuficiente de proteínas necessárias para a secreção hepatocelular de triglicérides. (elaborado por PEIXOTO, Mayara C., Out/2013).

 

Há perguntas sobre este assunto respondidas nas FAQ (clique aqui).

 
   
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M  
MACRONUTRIENTES
São nutrientes necessários ao organismo em maiores quantidades. Exemplos de macronutrientes, são os carboidratos, proteínas e lipídios. A unidade de medida é o grama ( g ). (selecionado por PRADA, C.S., a patir do site do HC da FM-USP Jun/2014).
 
MICRONUTRIENTES
Nutrientes necessários ao organismo em pequena quantidade Exemplos de micronutrientes são: Vitaminas e sais minerais. A unidade de medida é miligrama (mg) ou micrograma (µg). (selecionado por PRADA, C.S., a patir do site do HC da FM-USP Jun/2014).
 
MASSA CORPORAL MAGRA
O corpo do animal é formado basicamente por dois componentes, a massa corporal magra e a massa gorda. O componente massa corporal magra é a fração isenta de gordura, é constituída de ossos, músculos e vísceras. (elaborado por JEREMIAS, J.T., Ago, 2010.).
 
MATÉRIA MINERAL (CINZAS)
É o nome dado ao resíduo inorgânico obtido por aquecimento de um produto em temperatura próxima a 550-570°C. Nem sempre este resíduo representa toda a substância inorgânica presente na amostra, pois alguns sais podem sofrer redução ou volatilização nesse aquecimento. (elaborado por JEREMIAS, J.T., 2009.).
 
MATÉRIA SECA
A matéria seca (MS) é a fração do alimento excluída a umidade natural deste.  Assim, por exemplo, uma partida de milho em grão que tenha 13% de umidade tem, por diferença, 87% de matéria seca.  Na MS é que estão contidos os nutrientes: carboidratos, proteínas, minerais etc. (elaborado por GOMES, M.O.S., Mar., 2009.).
 
MEGACÓLON
Distensão acentuada generalizada do cólon, o que gera dificuldade funcional para eliminar a matéria fecal. Causado por obstrução ou deficit de motilidade. (elaborado por PEIXOTO, Mayara C., Out/2013).
 
MELENA
Eliminação de fezes de cor negra que indica presença de sangue digerido no conteúdo fecal. Nesta condição as fezes adquirem consistência pastosa e odor bastante fétido. (selecionado por PRADA,C. S. a partir do site do HC da FM-USP, jun/2014).
 
METABOLISMO
Desculpe, está em elaboração.
 
METIONINA
Desculpe, está em elaboração.
 
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N  

NATIONAL ASSOCIATION OF VETERINARY TECHNICIANS IN AMERICA (NAVTA)

A Associação Nacional de Técnicos de Veterinária na América (NAVTA) foi formada em East Lansing, Michigan, em 1981, com o objetivo de permitir que os veterinários técnicos de nível médio atuassem em questões nacionais que envolvem a profissão de médico veterinário. Esta profissão não tem correspondente no Brasil onde somente médicos veterinários graduados na universidade e registrado no Conselho Regional de Medicina Veterinária podem atuar. (elaborado por PRADA, C.S. Jun/2014).
 
NEPA
Núcleo de estudos e Pesquisas em Alimentação [humana] da UNICAMP. http://www.unicamp.br/nepa/
 
NÍVEIS DE GARANTIA
Uma parte do rótulo da embalagem dos alimentos industrializados para cães e gatos que enumera os níveis máximos e mínimos de certos nutrientes. Os fabricantes desses alimentos são obrigados a incluir as porcentagens mínimas de proteína bruta e extrato etéreo (gordura) e as porcentagens máximas de fibra bruta e umidade. Geralmente a porcentagem máxima de matéria mineral também está incluída nos níveis de garantia, bem como, porcentagens máximas de cálcio e mínimas de fósforo. (elaborado por JEREMIAS, J.T., Ago/2010).
 
NUTRACÊUTICO
Os nutracêuticos são alimentos ou parte dos alimentos que apresentam benefícios à saúde, incluindo a prevenção e/ou tratamento de doenças. Podem abranger desde os nutrientes isolados, suplementos dietéticos até produtos projetados, produtos herbais e alimentos processados. Em geral se refere à administração de quantidades muito superiores do que as possíveis de serem encontradas em alimentos de forma natural. (elaborado por GOMES, M.O.S., Mar/ 2009).
 
NUTRIENTE
Componente do alimento com utilidade metabólica, ou seja, são substâncias contidas nos Alimentos que vão fornecer a energia e os materiais necessários para a síntese e a manutenção da matéria viva. Correspondem a carboidratos, vitaminas, proteínas e etc. (elaborado por GOMES, M.O.S., Mar/2009.).
 

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O  
OBESIDADE
Enfermidade caracterizada pelo acúmulo excessivo de gordura corporal, suficiente para prejudicar as funções fisiológicas do organismo animal. É principalmente causada pelo consumo excessivo de calorias e/ou por uma vida sedentária, ou seja, muita comida e pouco exercício. Também há outros fatores que predispõe ao ganho de peso como a castração, idade e genética (raças). (elaborado por JEREMIAS, J.T., Ago/2010).
 
OBSTIPAÇÃO
Aumento no intervalo entre as evacuações, acompanhada de fezes ressecadas e dificuldade na eliminação das mesmas. (elaborado por PRADA, C.S., Jun/2014).
 
ONÍVORO
Onívoros são todos os organismos que se alimentam de carne e de vegetal. Possuem músculos faciais reduzidos, dentes incisivos curtos, caninos menos desenvolvidos que os carnívoros e molares agudos ou chatos menos desenvolvidos que os herbívoros. Normalmente são predadores, mas têm o aparelho digestivo adaptado a metabolizar diferentes tipos de alimentos. (elaborado por JEREMIAS, J.T., Ago/2010).
 
(ÓSSEO) DOENÇA OSTEOARTICULAR
Desordem que acomete os ossos e as articulações em que a nutrição tem papel primário (ou desencadeante) ou secundário. (elaborado por PEIXOTO, Mayara C., Out/2013).
 

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P  
PARENTERAL
Via de administração de fluidos ou medicamentos diferente do conduto digestivo. As vias utilizadas podem ser a endovenosa, intra-óssea, intra-peritoneal, intra-dérmica ou subcutânea. (elaborado por JEREMIAS, J.T., Ago, 2010).
 
PECTINA
Desculpe, está em elaboração.
 
PESO METABÓLICO
Peso corporal de um animal em quilograma e elevado a potência de 0,75 (peso corporal 0,75), derivado da relação entre metabolismo e tamanho, serve como referência para comparar o metabolismo entre espécies, raças e animais de diferentes tamanhos. (elaborado por JEREMIAS, J.T., Mar, 2010).
 
PET FOOD
Alimentos industrializados destinados à alimentação dos animais de estimação. Produzidos por empresas especializadas em nutrição e comercializados em supermercados, casas agropecuárias e pet shops. (elaborado por JEREMIAS, J.T., Ago, 2010).
 
pH URINÁRIO
Sigla de potencial hidrogeniônico da urina, que indica o seu grau de acidez ou alcalinidade. Sua definição em relação aos alimentos para cães e gatos, se dá pela determinação do valor médio de pH urinário que a ingestão de um determinado alimento a produzirá em um grupo de animais. (elaborado por JEREMIAS, J.T., Ago, 2010).
 
POLIDIPSIA
Desculpe, em construção.
 
POLIFAGIA
Desculpe, em construção.
 
POLIÚRIA
Desculpe, em construção.
 

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PREMIX
O premix é um produto base utilizado na fabricação de alimentos industrializados para cães e gatos. Nele estão presentes as vitaminas, os minerais, os aminoácidos e os Aditivos que os compõe. Os premix podem ser vitamínicos, minerais, vitamínicos e minerais e de aminoácidos. (elaborado por JEREMIAS, Juliana. T., Ago, 2010).
 

PROGRAMA DE PERDA DE PESO

Consiste em uma combinação de dieta adequada (calorias reduzidas, menor teor de gordura, nível aumentado de fibras), aumento da atividade física e conscientização do proprietário a respeito da condição do animal. (elaborado por PEIXOTO, Mayara C., Out, 2013).
 

PROPRIEDADES ORGANOLÉPTICAS
Desculpe, em construção.

 

PROTEASE
Desculpe, em construção.

 

PROTEÍNA
Proteínas são moléculas grandes, compostas por uma ou mais cadeias de aminoácidos dispostos em uma ordem específica; a ordem da sequência de aminoácidos é determinada pela sequência de nucleotídeos no gen que é o código para aquela proteína. Proteínas são necessárias para a estrutura, função e regulação do corpo celular, dos tecidos e dos órgãos; e cada proteína tem funções únicas. Exemplos são hormônios, enzimas e anticorpos. (definição do: Human Genome Project Information at the U.S. Department of Energy, trad. PRADA, C. S. em 2013)

 
PROTEÍNA BRUTA
Método utilizado para expressar o conteúdo de proteína de um alimento que segue um procedimento analítico específico para medição de nitrogênio. Introduz-se o fator empírico 6,25 para transformar o numero de gramas de nitrogênio encontrado em numero de gramas de proteínas. Este método baseia-se em três etapas: digestão, destilação e titulação. (elaborado por JEREMIAS, J.T., Mar, 2010).
 
PROTEÍNA DIGESTÍVEL
Quantidade de proteína obtida depois de subtrair as proteínas eliminadas nas fezes da proteína contida nos alimentos. Isto quer dizer que, uma proporção das proteínas dos alimentos é eliminada pelas fezes; a diferença entre as proteínas consumidas e as proteínas excretadas denomina-se proteína digestível. (elaborado por JEREMIAS, J.T., Mar, 2010).
 

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R  
 
RAQUITISMO
Enfermidade decorrente da deficiência de vitamina D na dieta. Caracterizada por deficiência na mineralização do esqueleto na fase de crescimento. Não confundir com deficiência de cálcio na dieta, que ocasiona ósteo distrofia fibrosa. (elaborado por PRADA, C.S., em out/2013, a partir do Linus Paulin Institute da Oregn State University)..
 
REGURGITAÇÃO
Vômito sem esforço que se verifica nos lactentes (crianças que mamam ) ou em certas doenças do, esôfago e do estômago. (selecionado por PRADA,C. S. a partir do site do HC da FM-USP, jun/2014).
 
RETO
Parte final do intestino grosso (desculpe, está em elaboração).
 
RUMINANTES
Desculpe, em construção.
 
   
   
 
   
S  
SACIEDADE
Estado de saciedade. Satisfação plena do desejo de comer e beber. O termo saciedade refere-se à inibição da fome. Ocorre como conseqüência do que foi consumido anteriormente pelo animal. A intensidade da resposta de saciedade de uma refeição é mensurada pela duração de tempo até a próxima alimentação ou pela quantidade de alimento consumido na próxima refeição. (elaborado por JEREMIAS, J.T., Ago, 2010).
 
SISTEMA DE CORTE E FORMATAÇÃO
Parte final do equipamento chamado extrusora.
 
SOCIEDADE ARGENTINA DE LIPIDEOS
En la Sociedad Argentina de Lípidos realizamos actividades científicas para promover, impulsar y desarrollar la investigación sobre la relación entre los lípidos y la salud y estamos integrados en el quehacer científico contribuyendo con la difusión de los conocimientos de las enfermedades cardiovasculares junto a las principales Sociedades científicas en el ámbito nacional e internacional (coletado do http://www.lipidos.org.ar/mision.php por PRADA, C.S. em jul/2014).
 
SOCIEDADE ARGENTINA DE NUTRICION - SAN
SAN es una asociación civil sin fines de lucro, que congrega a profesionales del área de la nutrición, con el objeto de mantener, promover, y difundir el conocimiento científico de temas relacionados con la especialidad. Fundada en 1941 por el Dr. Pedro Escudero, fue pionera en Latinoamérica, y en la actualidad cuenta con más de 900 socios entre Médicos, Nutricionistas, Licenciados en Nutrición, Bioquímicos y Técnicos en Alimentos. (coletado do http://www.sanutricion.org.ar/ por PRADA, C.S. em jul/2014).
 
SUCROSE
Desculpe, está em elaboração.
 
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T  
TAURINA
Aminoácido sulfurado (contém enxofre), que atua de forma livre e está presente em fontes protéica de origem animal. Pode ser sintetizada a partir da cisteína e metionina, porém é essencial para felinos. Importante na regulação do ritmo cardíaco e funcionamento da retina. (elaborado por JEREMIAS, J.T., Mar, 2010).
 
TAXA METABÓLICA BASAL
Representa de 60-75% do gasto energético diário. Inerente ao metabolismo básico, status hormonal, superfície corporal e idade. É um dos quatro componentes do Gasto Energético. (elaborado por PEIXOTO, Mayara C., Out/2013).
 

TENESMO

Sensação de necessidade de evacuar embora o intestino esteja já vazio. Pode envolver esforço, dor e cólicas. (elaborado por PRADA, Cristiana S., Out 2013 a partir da definição do site da U.S. National Library of Medicine from the National Institutes of Health).
 

TERMOGÊNESE ADAPTATIVA
Corresponde à perda energética adicional não obrigatória, como por exemplo, calor e frio excessivos, que tendem a aumentar a termogênese adaptativa. Também é influenciada por alterações na ingestão dos alimentos e estresse emocional. É um dos componentes do Gasto Energético. (elaborado por PEIXOTO, Mayara C., Out/2013).

 

Termogênese adaptativa, também conhecido como termogênese facultativa, é definida como a produção de calor em resposta à temperatura ambiente (ou dieta) e tem a finalidade de proteger o organismo do frio (ou regular o equilíbrio energético após mudanças na dieta). Ela é o que permite aos mamíferos resistirem ao frio. (fonte: Sylvie Chappuis et all. Role of the circadian clock gene Per2 in adaptation to cold temperature. Molecular metabolism 2 (2013) 184–193.)
 
TIAMINA (Vitamina B1)
Também chamada de vitamina B-1, em inglês thiamine ou thiamin, ajuda o organismo a converter glicose em energia e protege as funçoes do cérebro. A deficiência de tiamina induz à morte neuronal regional seletiva no cébrebro de humanos e de animais. (elaborado por PRADA, C.S. em 2013 a partir deste website).  
 
TIAMINASE
Desculpe, está em elaboracão.  
 
TRIGLICERÍDEOS
(Procure por Lipídeos).
 
   

 

 

U  
(URINÁRIO) DOENÇA DO TRATO URINÁRIO INFERIOR FELINO (DTUIF)
Consiste em uma série de enfermidades de etiologias diversas que possuem como principais sinais clínicos disúria (micção dolorosa), hematúria (presença de sangue na urina), polaquiúria (frequência aumentada da micção e em pequena quantidade) ou oligúria (redução da quantidade da micção) e obstrução uretral. (elaborado por PEIXOTO, Mayara C., Out/2013).
 
UROLITÍASE
Presença de cálculos em qualquer local do trato urinário a partir de cristalóides pouco solúveis na urina. Sua formação está relacionada com grau de saturação da urina. Sequela de uma ou mais anormalidades, envolve fatores fisiológicos e doenças. (elaborado por PEIXOTO, Mayara C., Out/2013).
 
USDA
Departamento de Agricultura dos Estados Unidos. (elaborado por PRADA, C. S., jun/2013 a partir deste site).
 

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V  
VITAMINAS
São compostos orgânicos, presentes nos alimentos, essenciais para o funcionamento normal do metabolismo. O nome vitamina foi criado pelo bioquímico polonês Casimir Funk em 1912, baseado na palavra latina vita (vida) e no sufixo - amina (aminas vitais). Foi usado inicialmente para descrever estas substâncias do grupo funcional amina, pois naquele tempo pensava-se que todas as vitaminas eram aminas. Quando solúveis em gorduras, são denominadas de lipossolúveis, podendo acumular-se no organismo alcançando níveis tóxicos. São as vitaminas A, D, E e K. Já as vitaminas solúveis em água são chamadas de hidrossolúveis e consistem nas vitaminas presentes no complexo B e a vitamina C. Essas não são acumuladas em altas doses no organismo, sendo eliminadas pela urina. (elaborado por PRADA, C. S. Jun/2013 a partir da wikipedia).
 
VITAMINA H
Procure por Biotina.
 
VITAMINA HIDROSSOLÚVEL
As vitaminas hidrossolúveis são vitaminas solúveis em água. São absorvidas pelo intestino e transportadas pelo sistema circulatório até os tecidos em que serão utilizadas. O organismo somente usa o necessário, eliminando o excesso. Elas não se acumulam no corpo, ou seja, não permanecem no organismo por muito tempo, sendo assim, excretadas pelo organismo através da urina. São elas: vitamina B1; vitamina B2; vitamina B6; ácido pantotênico; niacina; biotina; ácido fólico (folato); vitamina B12; vitamina C. (consulta à wikipedia, aprovado por LOUREIRO, B. A. em 2013).
 
VITAMINA B - 1
Procure por Tiamina.
 
VITAMINA B - 7
Procure por Biotina.
 
VITAMINA B - 8
Procure por Biotina.
 
VITAMINA D2
Procure por Ergocalciferol.
 
VITAMINA D3
Procure por Colecalciferol.
 
VOMITAR
Emitir conteúdo gástrico de forma súbita, pela boca, por contração do diafragma e da musculatura do estômago. (elaborado por PRADA, C. S. Jun/2014.).
 
   

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Veja também

 

 

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nutrição.VET

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